Cimento

Importância

Segurança

A principal atividade da Secil é a produção de cimento e o desenvolvimento de aplicações para este produto de excelência, que é, atualmente, o principal material de construção utilizado pelo homem e fundamental para qualquer obra, desde a mais simples à mais grandiosa e complexa.

Para além de tornar os edifícios mais robustos e resistentes ao fogo, água, ventos e intempéries de vários géneros, o cimento permite dissipar o calor, o que torna as casas mais eficientes, diminuindo os gastos com a climatização. A sua utilização em barragens também possibilita a gestão de água para a produção de eletricidade e para consumo humano.

Todos estes fatores promoveram um aumento da segurança e do conforto das populações.

Economia

Para além da importância financeira na Europa, a indústria cimenteira tem um grande impacto na economia nacional e regional (empregos, serviços e fornecedores locais).

Sendo uma empresa de origem setubalense e capital social exclusivamente português, a Secil é, atualmente, uma entidade predominantemente exportadora, com 60% da sua produção a ser expedida para o exterior.

A partir de Setúbal, exporta quase 1 milhão e 500 mil toneladas de cimento e clínquer por via marítima para mais de 20 países, contribuindo assim para o esforço nacional de melhoria do saldo comercial com o exterior.

O cais privativo da Secil Outão assume, assim, uma importância fundamental no escoamento do produto, permitindo, não só, o abastecimento dos diversos entrepostos marítimos nacionais mas sendo também uma peça fundamental na exportação para a América do Norte, Caraíbas, América Central e do Sul, Costa Ocidental e Norte de África.

Ao longo dos últimos anos, a vertente exportadora da fábrica do Outão tem ganho crescente relevância, representando, hoje em dia, cerca de 93% do volume total de exportação nacional.

Além do significativo impacto na região, por via do trabalho portuário, transportes, segurança e vários serviços conexos, através da contratação de inúmeras empresas da Península de Setúbal, a fábrica do Outão representa cerca de 31% do volume de cargas do Porto de Setúbal.

De todas as fábricas que a Secil possui no exterior, a única que, atualmente, exporta o seu produto é a unidade da Tunísia, com cerca de 300 mil toneladas a serem expedidas para a Argélia e a Líbia.

Ambiente

Para além de o cimento ser um material chave na criação de habitações energeticamente eficientes, o seu processo de fabrico permite reduzir significativamente as emissões atmosféricas, ter um papel importante na gestão de resíduos e contribuir para a promoção da biodiversidade (fauna e flora) através da recuperação de pedreiras. A valorização energética, ao utilizar combustíveis alternativos como a biomassa, permite reduzir as emissões de carbono e a dependência dos combustíveis fósseis.

Resenha histórica

O cimento tem acompanhado o ser humano desde tempos imemoriais. A descoberta de um pó mineral, que tinha a capacidade de formar, associado a água, uma massa capaz de solidificar de forma progressiva e assim se ligar a outros materiais, permitiu melhorar a qualidade de vida da população, garantindo-lhe segurança e conforto.

Diversos foram os materiais ligantes usados ao longo de tempo. À argila utilizada pelos Assírios e Babilónios e ao gesso usado pelos Egípcios, sucedeu-se a cal calcinada empregada pelos Gregos e Romanos. No entanto, apenas no século XVIII é que foi descoberto (Eng. Smeaton) um cimento feito à base de calcário que, com uma determinada proporção de argila, se mantinha consistente, até mesmo debaixo de água.

Esta última descoberta permitiu que, em 1830, fosse registado (J. Aspdin) um processo de fabrico de um ligante hidráulico, baseado numa mistura de calcário e argila. O produto resultante, que tinha cor e características semelhantes às das pedras da Ilha de Portland, passaria a ficar para sempre ligado à história, uma vez que ainda hoje, um dos mais conhecidos tipos de cimento é o Portland.

Processo de Produção

O processo de fabrico de cimento é feito através da extração dos materiais provenientes da pedreira. Em seguida, a pedra passa por um britador que a parte, de modo a ficar mais pequena e fácil de ser transportada.

Após estas etapas é necessário moer a pedra para que fique em pó e, se for necessário, corrigir quimicamente o material. Este processo chama-se moagem de cru. Posto isto, o cru (a pedra moída) passa pela etapa da cozedura, em fornos que atingem os 2000ºC, estando sujeito a temperaturas superiores a 1450ºC durante 10 segundos.

Daqui surge uma rocha artificial, chamada clínquer, que, depois de misturada com aditivos como o gesso e outros materiais, é moída (moagem de cimento), dando assim origem aos diferentes tipos de cimento.

Por fim vem a embalagem e a expedição do cimento. Todas as emissões atmosféricas são controladas e sujeitas a um processo de filtragem, sendo utilizados electrofiltros e filtros de mangas.

O Fabrico de Cimento

Tipos de cimento e cal

A Secil produz uma vasta gama de tipos de classes de cimentos cinzentos e brancos, com aplicações que vão desde a pequena construção à grande obra de engenharia civil. Os cimentos Secil são certificados (EN 197-1) e sujeitos a um rigoroso e permanente controlo de qualidade desde a fase de produção até à sua colocação no mercado. Ao adotar as melhores práticas e tecnologias disponíveis no mercado, a empresa garante um elevado padrão de qualidade em todas as suas ações.

Para além de cimento, a Secil comercializa também cal hidráulica, um ligante com uma utilização vasta, destacando-se o fabrico de argamassas, tratamento de solos, solo-cal ou fíler para betuminosos. Atualmente, a empresa produz também a cal hidráulica natural, resultado de um processo de investigação e desenvolvimento no Grupo Secil, que permite uma utilização compatível com suportes antigos mas com um comportamento que cumpre as rigorosas exigências dos dias de hoje.

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