Sustentabilidade

A Secil trabalha reconhecidamente com processos sustentáveis, assumindo o compromisso com os mais altos padrões de exigência em matéria de Sustentabilidade e Responsabilidade.

Consciente que a o seu crescimento está diretamente relacionado com a sustentabilidade da sua atuação, a Secil tem feito um grande investimento na inovação dos seus processos produtivos e produtos, na formação do capital humano de excelência e na ligação com as suas comunidades envolventes.

Políticas 

Para além de ter, atualmente, um Sistema de Gestão Integrado e uma Política integrada de Qualidade, Ambiente, Segurança e Saúde no trabalho, a Secil tem assumido, de forma voluntária, inúmeros compromissos com iniciativas ao nível da Sustentabilidade e cumprido com todas as disposições legais em vigor.

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Saúde e Segurança

A SECIL promove ativamente uma política de saúde, higiene e segurança no trabalho, garantindo que todas as suas instalações são locais seguros para todas as pessoas internas ou externas à Empresa e perseguindo o objetivo de “Zero Danos” e redução dos acidentes com dias de trabalho perdidos.

Política da Segurança (EN) assinada pelo CEO

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Alterações Climáticas

O principal gás com efeito de estufa (GEE) resultante do processo de fabrico do cimento é o dióxido e carbono (CO2), cuja emissão direta provém de duas fontes distintas: i) a calcinação dos carbonatos presentes nas matérias-primas principais (calcários e margas), que contribui em cerca de 60% para a emissão total; e ii) a queima de combustíveis nos fornos, que contribui com os restantes 40%, que resultam da junção, durante a combustão, do carbono do combustível com o oxigénio do ar, o que forma o CO2.

Nos últimos anos a SECIL tem vindo a investir fortemente para reduzir as suas emissões de CO2, aumentando a sua eficiência térmica e elétrica, aumentando o coprocessamento de combustíveis alternativos, utilizando matérias-primas secundárias e ensaiando tecnologias inovadoras de captação de carbono (microalgas) e de produção de cimento e clínquer de baixa intensidade carbónica.

Emissões Atmosféricas

O processo de fabrico de cimento tem associado a si a emissão de poluentes macro (CO2, NOx, SO2 e COVs) bem como outros micropoluentes (metais pesados e PCDD/ F). Sendo objetivo do grupo Secil reduzir a sua emissão de poluentes para atmosfera, têm vindo a ser realizados investimentos cujos resultados se comprovam pelos resultados obtidos.

A SECIL tem, ao longo dos últimos 20 anos, realizado avultados investimentos visando a redução das suas emissões dispondo de diversos meios de controlo destas emissões, designadamente filtros de mangas, queimadores de baixo NOx, sistemas SNCR (Selective non catalytic reduction) – para controlar as emissões de NOx, e injeção de cal/ hidróxido de cálcio – para controlo das emissões de SO2. Para além destes equipamentos, dispõe ainda de sistemas destinados à retenção das partículas como electrofiltros e filtros de mangas.

Atualmente, todas as unidades da SECIL dispõem de sistemas de monitorização em contínuo.

Água

A indústria cimenteira, ainda que não seja um sector significativo em termos de consumo de água, representa cerca de 2% do consumo mundial. A água utilizada no processo de fabrico (no arrefecimento de equipamentos) encontra-se em circuito fechado (reciclagem/reutilização) e parte desta perde-se por evaporação.

Consciente de que é possível melhorar o seu desempenho da gestão a água a SECIL pretende implementar em todas as suas unidades medidas que a tornem mais eficiente na gestão deste recurso essencial à sobrevivência da espécie humana.

Biodiversidade

A SECIL reconhece a importância da biodiversidade na gestão da sustentabilidade da atividade da empresa. Com o objetivo de diminuir o seu impacte sobre a biodiversidade, a SECIL tem vindo a desenvolver estratégias, nomeadamente através da implementação de Planos de Recuperação Paisagística e Planos de Ação para a Biodiversidade.

Estes planos baseiam-se na suposição de que um sistema totalmente reabilitado engloba não só a composição e estrutura das comunidades vegetais e animais, mas também a recuperação das funções e dos processos naturais do ecossistema.

O conhecimento científico e a investigação aplicada são pilares presentes no processo de recuperação paisagística das pedreiras da SECIL. O desenvolvimento de estudos científicos e a interligação de equipas multidisciplinares é essencial para a identificação de soluções e para o desenvolvimento de técnicas inovadoras. Para tal, a título de exemplo, a SECIL conta com uma vasta equipa de investigadores da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e da Universidade de Évora.

Sustentabilidade na Construção

O cimento, mais concretamente o betão, é, atualmente, um dos produtos mais essenciais à nossa sociedade, ajudando, inclusive, a um crescimento sustentável.

As propriedades únicas do betão fazem com que este seja o material de construção ideal, tornando-o o segundo material mais consumido no planeta.

Eis algumas das características que fazem com que o betão seja tão importante:

  • Durabilidade – Resistente à humidade e a ambientes particularmente adversos.
  • Versatilidade – Adequado para uma ampla gama de construções e aplicações (estradas, pontes, túneis, barragens, edifícios, entre outras).
  • Pouca Manutenção – Capaz de manter as suas propriedades ao longo do tempo.
  • Acessibilidade – Baixo custo e preço reduzido.
  • Saúde e Segurança – Apropriado para construções sísmicas e resistente ao fogo.
  • Massa Térmica – Eficiente em termos de aquecimento e arrefecimento.
  • Produção e Uso – Local (em termos médios com uma entrega a 25 kms).
  • Efeito Albedo – Material com qualidades reflexivas, absorvendo menos calor.
  • Rigidez – Estabilidade da superfície capaz de reduzir (ou mesmo) evitar a aquaplanagem.
  • Matérias-primas – Abundância de materiais.

A reciclagem de resíduos de demolição de edifícios e infraestruturas é uma forma de reduzir o uso de novos agregados, diminuindo os custos ambientais decorrentes da exploração e transporte e da quantidade de resíduos a depositar em aterro.

Numa lógica de economia circular, a Secil também aproveita subprodutos de outras indústrias, como a corticeira, para fabricar, por exemplo, argamassas e betão leve com cortiça. Para além do mais, desenvolve igualmente um conjunto de outros produtos de revestimento e isolamento térmico que melhoram a eficiência energética dos edifícios.

Responsabilidade Social

Entre as várias iniciativas de Responsabilidade Social, destacam-se as visitas de milhares de estudantes às diferentes fábricas de cimento, a Semana de Portas Abertas, as Comissões de Acompanhamento Ambiental, os apoios concedidos a projetos e entidades locais e os prémios Secil.

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CSI – Iniciativa de Sustentabilidade do Cimento

A Iniciativa de Sustentável do Cimento (CSI) é um esforço de âmbito global desenvolvido por 24 grandes produtores de cimento com operações em mais de 100 países, que acreditam que a prossecução do desenvolvimento sustentável trás vantagens muito grandes para o sector. Coletivamente, estas empresas representam cerca de 30% da produção mundial de cimento e têm tamanhos muito diversos, desde grandes multinacionais a pequenos produtores locais.

O objetivo da Iniciativa é o seguinte:

  • Explorar o que significa desenvolvimento sustentável para a indústria do cimento;
  • Identificar ações e viabilizar os passos que as empresas cimenteiras podem dar, quer individualmente quer como grupo, para acelerar o progresso rumo ao desenvolvimento sustentável;
  • Disponibilizar uma estrutura para que outras empresas cimenteiras também se envolvam na Iniciativa; e
  • Criar o conteúdo e o contexto para um maior envolvimento das diversas partes interessadas.

Até este momento, a CSI continua a ser um dos maiores programas globais de sustentabilidade já realizados por um único sector industrial.

Para mais informações, queiram visitar a página de Internet da CSI em: http://www.wbcsdcement.org/index.php/en/about-csi

Conheça a CSI

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CSI membership resultados

2016
2015

CSI manual membership

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Compromissos CSI

Todas as empresas que participam na CSI (Cement Sustainability Initiative) assinaram a Carta da CSI. Este documento resume as ações individuais de cada membro que estão incluídas na Agenda de Ação, publicada em 2002. Todas as empresas que adiram à Iniciativa comprometem-se a implementar estas ações como requisitos mínimos de adesão, no âmbito do seu contributo para o desenvolvimento sustentável.

A Carta foi atualizada em 2009 e será renovada conforme necessário para fazer frente a eventuais desafios. Desde a publicação do documento em 2002, os membros da CSI acordaram ainda proceder à auditoria independente dos Compromissos da Carta e dos indicadores-chave de desempenho (KPIs) relativos a:

  • Emissões de CO2;
  • Emissões de NOx, SOx e poeiras;
  • Segurança e Saúde;
  • Água.

Apresentações

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